O CJ-MS na caminhada
Um belo video publicado no Youtube pelo Lucas Sakamoto, membro do CJ-CE e da REJUMA, que merece os parabens.
Muitas recordações e saudades de toda essa galera...
Para ver o video, acesse:
http://www.youtube.com/watch?v=rwSaOv86l
O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) reconheceu e declarou duas comunidades remanescentes de Quilombo em Mato Grosso do Sul. Conforme portaria assinada pelo presidente nacional do órgão, Rolf Hackbart, a primeira área reconhecida é a Comunidade Remanescente de Quilombo Chácara Buriti, em Campo Grande. Conforme relatório do engenheiro agrônomo César Augusto Afonso Drumond, a área a ser demarcada tem 43 hectares.
A segunda é o Quilombo Furnas do Dionísio, em Jaraguari, a 51 quilômetros da Capital. O imóvel, de acordo com o relatório do engenheiro agrimensor Josué Ferreira Caetano, tem 1.018 hectares. Os atos de Hackbart e os relatórios foram publicados na edição de hoje do Diário Oficial do Estado.
O Incra iniciou os trabalhos para reconhecer e declarar como área remanescente de quilombo na região de Picadinha, em Dourados. Produtores rurais da região são contra. Segundo o deputado Zé Teixeira (DEM), o imóvel foi titulado pelo Governo estadual em 1937.
Conferencia Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente
De 03 a 08 de Abril de 2009
Brasilia - DF
Ja estamos la
Campo Grande (MS) - A Secretaria de Estado de Educação (SED), através da Coordenadoria de Educação Básica e de Educação Profissional (Coeb), promove a Conferência Estadual Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente com o tema “Mudanças Ambientais Globais”. O evento cfoi realizado entre os dias 05 e 07 de dezembro no Hotel Chácara do Lago, na Capital.
De acordo com Cíntia Possas, técnica em educação ambiental da Coeb, a iniciativa traz apresentações de alunos de 11 à 14 anos das séries finais do ensino fundamental das redes pública e privada de ensino, com propostas de como cuidar do meio ambiente do País frente à escola.
Participaram da Conferência Estadual 170 alunos de 44 municípios. O encontro vai eleger as 23 melhores propostas elaboradas pelos estudantes. Os selecionados irão representar o Estado na III Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente (CNIJMA) que acontece em Brasília de 3 à 8 de abril do ano que vem, promovido pelo Ministério da Educação (MEC). O evento visa fortalecer a cidadania ambiental nas escolas e na comunidade a partir de uma visão crítica e participativa.
Cada escola recebeu um material constituído por 3 volumes e um cartaz da CNIJMA enviado pelo MEC. As propostas foram formuladas e ilustradas com um cartaz. Também foram realizadas conferências em cada escola participante.
De acordo com Cíntia Possas, o Coletivo Jovem pelo Meio Ambiente do Mato Grosso do Sul vai fazer uma última seleção das propostas, analisando consistência de argumentos, clareza e coesão, além dos cartazes. Três dos 23 delegados que serão eleitos pelo Estado serão de comunidades indígenas, rurais e quilombolas.
http://www.ms.gov.br/noticias/index.php?t
Mal começaram a sentir algum alívio com a diminuição do número de casos de bares, restaurantes e casas noturnas que infringem a Lei do Silêncio - como conseqüência do aperto da fiscalização e do peso das multas -, e os paulistanos já estão às voltas com uma nova fonte de poluição sonora tão ou mais grave que perturba seu merecido sossego: obras executadas durante a noite e a madrugada.
O som alto das discotecas, a algazarra dos boêmios e o barulho dos carros cantando pneus perto daqueles estabelecimentos não foram de todo eliminados, mas cada vez mais são suplantados pelos ruídos ensurdecedores das britadeiras e dos caminhões-betoneira, sem falar na gritaria dos operários. As estatísticas do Programa de Silêncio Urbano (Psiu) mostram que, em relação ao ano passado, cresceu 84% a média mensal de reclamações de barulho produzido por obras realizadas à noite. A situação começou a se agravar em 2007, quando se registraram 110 reclamações por mês, número que saltou para 195,5 entre janeiro e outubro de 2008. Antes, em 2006, as queixas dos moradores eram tão poucas que a Secretaria da Coordenação das Subprefeituras nem julgava necessário considerá-las separadamente.
Empresas públicas ou empresas privadas que executam serviços para elas - como é o caso do Metrô - estão entre os principais responsáveis pela poluição sonora, o que é particularmente grave, porque é o Estado dando o mau exemplo. Sem falar em empresas concessionárias de serviços, como a Comgás, que tem cerca de 100 obras sendo executadas simultaneamente na cidade. Numa delas, na Rua do Arouche, no centro, uma medição feita a pedido da reportagem do Estado registrou 84 decibéis, quando o máximo recomendado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas é de 50 decibéis. Alega a empresa que executa obras à noite por determinação da CET, que busca assim não piorar ainda mais o trânsito durante o dia. Isto não a exime, porém, de tomar medidas para respeitar a Lei do Silêncio.
No mesmo caso estão obras de construção de novas linhas do Metrô. Um exemplo disso é o canteiro de obras localizado perto da Rua Oscar Freire, que faz parte da expansão da Linha Amarela. Diz o Consórcio Via Amarela, responsável pela obra, que adotou uma série de medidas para diminuir ao máximo o barulho, entre as quais troca de geradores de energia por outros mais silenciosos e instalação de abafadores de ruído nas saídas dos dutos dos ventiladores. O fato de o barulho produzido pelas máquinas que operam ali e os gritos dos trabalhadores chegarem a 80 decibéis indica que as providências ficaram muito aquém do necessário para preservar o sossego dos moradores das imediações.
Uma das explicações dadas para o aumento da poluição sonora à noite e, conseqüentemente, também das reclamações, é a imposição pela Prefeitura, a partir de junho, de restrições à circulação, durante o dia, de caminhões de carga no centro expandido. A transferência de entregas para o período noturno provocou falta de materiais durante o dia, levando muitas empresas a executar obras à noite. Primeiro, é preciso considerar que em pouco tempo o fluxo de material deve se normalizar. Segundo, essa medida é muito recente e não explica, portanto, o forte aumento do número de obras registrado antes de sua adoção. Além disso, é também procedente a alegação do secretário de Coordenação das Subprefeituras, segundo a qual o que provocou essa situação foi o aquecimento da economia, que impulsionou a construção civil.
Para a população não importa a origem do problema, mas o que o poder público pode e deve fazer para resolvê-lo. O caminho a seguir é a adoção do mesmo rigor com que está sendo tratado o barulho provocado por bares, restaurantes e casas noturnas. Nesse setor, a fiscalização e as pesadas multas aplicadas aos que infringem a Lei do Silêncio vêm produzindo bons resultados. É o que se deve fazer com as empresas que executam obras à noite e produzem ruídos acima dos níveis permitidos. E nada mais natural que esse combate à poluição sonora comece pelas empresas públicas.
http://txt.estado.com.br/editorias/2008/1
Apesar da crise econômica, a Conferência das Nações Unidas sobre o Clima, em Poznan (de 1º a 12 de dezembro), dará início à contagem regressiva para um novo acordo de luta contra o aquecimento global, que deve ser concluído até o final de 2009, em Copenhague.
Mesmo com a ausência da nova equipe de Barack Obama, presidente eleito dos EUA que já se mostrou mais disposto a negociar o tema do que o atual governo Bush, Poznan deve ativar a negociação do futuro acordo, no momento em que as emissões mundiais de gases estufa nunca foram tão altas.
As dos países em desenvolvimento já totalizam mais da metade das emissões mundiais, e a China se tornou o primeiro poluente mundial.
No ano passado, em Bali, os Estados-membros da Conferência das Partes (COP) da Convenção-Quadro de Mudanças Climáticas da Organização das Nações Unidas (UNFCCC, sigla em inglês) prometeram amarrar o novo acordo até dezembro de 2009 - tempo necessário para uma eventual ratificação -, ainda que a data pareça, na realidade, difícil de cumprir.
Desde a entrada em vigor de Kyoto em 2005, a negociação climática acontece em dois níveis: a UNFCCC (192 países) e o Protocolo de Kyoto. Até agora, apenas os 37 países industrializados signatários de Kyoto estão sujeitos a metas de redução de suas emissões poluentes até 2012, o que levou os EUA a rejeitarem o tratado.
O novo acordo deverá, então, decidir sobre uma sobrevida de Kyoto, modificado e ampliado aos países emergentes, ou sobre a adoção de um "Protocolo de Copenhague", que englobe todo o mundo e permita, sobretudo aos EUA, sair do zero.
Entre os grandes encontros em Poznan, que contará, assim como em 2007, com a presença do secretário-geral da ONU, Ban-Ki-Moon, e do Prêmio Nobel da Paz e ex-vice-presidente americano Al Gore, uma mesa-redonda dos ministros do Meio Ambiente, nos dias 11 e 12 de dezembro, permitirá uma troca de opiniões sobre uma "visão compartilhada" de longo prazo da luta contra a mudança climática.
Essa visão, que tem como perspectiva o ano de 2050, deverá refletir as ambições de cada um na redução de suas emissões poluentes e na preservação do clima.
Segundo os cientistas, as emissões dos países industrializados deveriam parar de crescer a partir de 2015 e, então, cair drasticamente até 2050, mas os grandes países emergentes, como China e Índia, também estão sendo convocados para controlar a inflação de sua poluição.
"Os países em desenvolvimento vão, sem dúvida, insistir em que estamos prontos para relaxar", observou o representante de um país industrializado. "Mas nós vamos mostrar que eles poluem agora tanto quanto nós".
Em Poznan, o secretário-executivo da UNFCCC, Yvo de Boer, não espera o anúncio em números da redução de um ou outro país, mas deseja "uma abertura".
"Espero que a mesa-redonda nos dê uma linha de ação política mais clara", declarou à AFP.
"É claro para todos que isso não pode continuar assim", comentou um diplomata ocidental. "Até aqui, multiplicamos as opções sobre a mesa. A próxima etapa será limitá-las, caso contrário, chegaremos com 1.000 páginas a Copenhague e não teremos um acordo".
Fonte: http://noticias.ambientebrasil.com.br/no
O Projeto de Lei 6.424, mais conhecido como Floresta Zero, entrou em pauta da comissão de Meio Ambiente da Câmara para ser votado na próxima semana. Já aprovado no Senado, permite que até 50% da vegetação nativa seja derrubada, em vez dos 20% atuais. Além disso, se aprovado, o projeto permitirá que 30% das reservas legais da Amazônia sejam recompostas com espécies como o dendê. E, por último, se passar na Câmara, o projeto legalizará todos os desmatamentos dos últimos 40 anos, ou seja, mais de 700 mil km2 destruídos.
Para mobilizar a população, o Greenpeace criou o site www.meiamazonianao.org.br
Leia mais no site do Núcleo de Ecojornalistas de Alagoas (NEJ-AL):
http://www.nejal.com.br/informativo41.ht
A Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, anunciou, na última semana, que lançará o primeiro mapa de aqüíferos subterrâneos transfronteiriços.
Segundo a agência, quase 96% das reservas de água doce mundiais estão em aqüíferos subterrâneos, e a maioria deles atravessam o subsolo de vários países.
Água Doce
O estudo da Unesco revela o delineamento de aqüíferos compartilhados por pelo menos dois países, e avalia a qualidade das águas disponíveis e os níveis de renovação.
O inventário já inclui 273 aqüíferos transfronteiriços, 155 são localizados na Europa, 68 nas Américas, 38 na África, e 12 na Ásia.
De acordo com a agência, o volume de água doce nestes aqüíferos é 100 vezes superior ao existente na superfície da terra. E 65% desta água são utilizados para irrigação, 25% para o consumo humano e 10% para a indústria.
A Unesco afirma que apesar de haver reservas subterrâneas de água doce em todos os continentes, nem todas são renováveis. E muitas são ameaçadas pela superexploração e altos níveis de poluição.
Nesta segunda-feira, a Assembléia Geral das Nações Unidas discutiu um texto preparatório que servirá de base para a futura Convenção sobre Aqüíferos Transfronteiriços.
Apresentação*: Marco Alfaro, Rádio ONU
Fonte: Rádio ONU - http://www.unmultimedia.org/radio/portug
O Pantanal, representado pelo Parque Nacional do Pantanal Mato-Grossense (PARNA), concorre, com mais outros 200 sítios naturais, para ser eleito uma das 07 maravilhas naturais do mundo. O concurso é promovido pela entidade Fundação New7Wonders - www.new7wonders.com, a mesma que realizou a eleição das novas maravilhas monumentais do planeta. Os candidatos ao título de Maravilha da Natureza concorrem, em votação, internacional, pela internet até 31 de dezembro de 2008.
Para dar maior visibilidade ao Pantanal e tornar o Parque uma das sete maravilhas naturais do mundo foi criado o Comitê “Maravilha do Pantanal” dividido nas seções Mato Grosso, coordenado pelo PARNA, e Mato Grosso do Sul, pela ong Ecoa. São mais de 30 membros entre órgãos governamentais, instituições de ensino e pesquisa, ONGs e veículos de comunicação unidos para promover a campanha Pantanal Maravilha da Natureza.
Com o objetivo de incentivar a população em alavancar o Pantanal a campanha contará com postos fixos de votação e banners em sites de instituições e veículos parceiros que remeterão o leitor ao site do concurso. Também serão distribuídos panfletos e materiais explicativos de como realizar o voto, pois o site está todo
Nesta primeira etapa o Pantanal é submetido à votação junto aos demais sítios naturais e deve permanecer entre os 77 escolhidos para passar à segunda fase. Quando especialistas da organização do concurso (New7Wonders of Nature Panel of Experts), revisarão os 77 nomeados e escolherão os 21 finalistas, a serem anunciados em 21 de julho de 2009, que então serão submetidos novamente ao voto popular.
Com o Pantanal entre as sete maravilhas, voltaremos os olhos do mundo para a importância da preservação deste santuário natural, não apenas do Parque Nacional, mas de todo o Pantanal: estados e Países do qual ele faz parte.
Fonte: http://www.riosvivos.org.br
O texto enviado pelo amigo João Paulo Sotero de Vasconcelos - IBAMA/DF, fala sobre os 20 anos da Constituição Brasileira e o Meio Ambiente.
"Boa parte dos profissionais que trabalham na área ambiental sabem que “todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida”. Provavelmente sabem que estes escritos são parte do artigo 225 da Constituição da República Federativa do Brasil.
Há exatos 20 anos, em 05 de outubro de 1988 foi promulgada por uma Assembléia Nacional Constituinte a “Constituição Cidadã”, Carta Magna do Brasil. Tratou-se de uma conquista histórica da sociedade brasileira, marcada por mais de duas décadas de regime ditatorial, onde foram garantidos diversos direitos à sociedade brasileira. Muitos destes direitos ainda estão distantes, contudo, são garantidos no texto que rege todo o arcabouço legal brasileiro.
No caso do meio ambiente e inclusive da educação ambiental, a que se comemorar estes 20 anos da Constituição, pois outras legislações relativas ao tema foram aprovadas em caráter nacional (lei da educação ambiental, lei das águas, lei de crimes ambientais entre outras) e em diversas Unidades da Federação. Além de leis, foram criadas ONGs ambientalistas, órgãos públicos ambientais – 71% dos municípios possuem órgãos ambientais (exclusivos ou não) – planos, programas e recursos foram disponibilizados..."
Para ler o texto na integra, acesse:
http://joaopaulosotero.blogspot.com/2008/1
A adoção de uma política comum do bloco em relação ao uso dos recursos do Aqüífero Guarani foi sugerida pelo Parlamento do Mercosul ao Conselho do Mercado Comum, por meio da aprovação de uma proposta de recomendação nesta terça-feira (29). Será criada ainda, pelo Parlamento, uma comissão especial de estudo, análise e comparação das legislações nacionais referentes ao uso, exploração e controle da poluição das águas superficiais e subterrâneas do aqüífero.
O Aqüífero Guarani é uma das maiores reservas de água doce do planeta e se encontra justamente sob os países que compõem o Mercosul. Ela armazena aproximadamente 55 mil quilômetros cúbicos de água, segundo a exposição de motivos que acompanha o projeto de declaração. E poderia abastecer toda a população mundial por aproximadamente 200 anos.
O Parlamento do Mercosul também declarou seu apoio à realização em Foz do Iguaçu (PR), nos dias 24 e 25 de novembro, do Foro Americano das Águas, promovido pelo governo brasileiro e pelo Comitê Regional das Américas. A proposta contou com o apoio do presidente do Parlamento, deputado Dr. Rosinha (PT-PR), que sugeriu ainda a realização de um encontro - paralelo ao evento - de parlamentares de todo o continente que tenham interesse pelo tema.
Na terceira semana de setembro, será realizado em Caracas, na Venezuela, um seminário sobre a integração energética sul-americana, segundo outro projeto aprovado nesta terça-feira. O seminário tratará de temas como a situação atual das reservas de petróleo e gás, o impacto da produção de biocombustíveis sobre a segurança alimentar e a adoção de um plano estratégico sobre o tema pela União das Nações Sul-Americanas (Unasul).
O Parlamento aprovou ainda uma declaração de apoio ao Grupo do Rio como "mecanismo permanente de consulta, concertação política e solução de conflitos pela via pacífica" e a adesão às comemorações dos 50 anos do Parlamento Europeu. O Parlamento do Mercosul voltará a reunir-se, em Montevidéu, nos dias 18 e 19 de agosto. (Fonte: Agência Senado)
A partir de hoje, 14 de outubro de 2008, o Blog do Coletivo Jovem de Mato Grosso do Sul está no ar
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Identidades da Educação Ambiental Brasileira
Encontros e Caminhos: formação de educadoras(es) ambientais e coletivos - Volume 1
Encontros e Caminhos: formação de educadoras(es) ambientais e coletivos - Volume 2
Coletivos Jovens de Meio Ambiente: Manual de Orientação
Juventude, Cidadania e Meio Ambiente - Subsídios para a elaboração de políticas públicas
Revista “Agenda 21 e Juventude” - nº 01
Revista “Agenda 21 e Juventude” - nº 02
Consumo Sustentável - Manual de Educação
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